Radiofrequência e laser aparecem juntos quando o assunto é firmeza da pele e qualidade do tecido, e por isso é comum confundir as duas. Embora cheguem a objetivos parecidos, elas trabalham de formas diferentes, e entender isso ajuda a escolher o caminho certo na avaliação.
Como a radiofrequência age
A radiofrequência é uma corrente de alta frequência que gera calor controlado ao entrar em contato com o tecido. Esse aquecimento estimula a produção de fibras de colágeno sem romper a pele, o que a torna uma técnica não ablativa, voltada à flacidez e à melhora da textura.
Por ser mais suave, costuma ser uma porta de entrada acessível e confortável. O resultado se constrói de forma gradual, ao longo das sessões.
Como o laser age
O laser entrega energia a um alvo específico na pele, promovendo uma modificação mais direta do tecido. No caso dos lasers fracionados, isso permite uma resposta de regeneração mais intensa e, muitas vezes, perceptível em menos sessões.
A contrapartida é que o laser costuma ser um recurso de maior investimento e exige um cuidado maior de indicação.
Qual escolher?
Não existe uma resposta única. A radiofrequência tende a ser mais acessível e entrega bons resultados em um período um pouco maior de tempo. O laser tende a ser mais incisivo e rápido. A escolha depende do seu objetivo, do seu tipo de pele e do que faz sentido para o seu caso, o que é definido em avaliação.
Na We Clinic, as duas tecnologias estão disponíveis tanto para a estética facial e corporal quanto para a saúde e estética íntima.
Este conteúdo é informativo e não substitui uma avaliação. A indicação de qualquer tecnologia é sempre clínica.
Fontes: